sábado, 12 de setembro de 2015

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Testes identificam doenças rara e evitam transmissão. Que maravilha! Uma aplicação prática de Eugênia! Mas no Brasil, com o "povo brasilis" tudo é contaminado pela miscigenação. E a miscigenação é tanta que temos uma outra raça, a raça brasilis, cujas características de "pureza" inviabilizam transplantes de medula óssea e o que mais, sabe-se lá. O que sabemos inclusive é que o quociente cognitivo por aqui deixa também muito a desejar. É o que apontam os estudos denominados de Capital Cognitivo. A nova invasão de buracos em Ribeirão Preto. Cubram os buracos com tinta cor de rosa. É assim que a administração municipal e seus asseclas fazem ao dirigir seus olhares para a cidade de Ribeirão Preto. Usam óculos com lentes cor de rosa. Assim está, aos olhares, tudo rosa. E nos buracos plantem rosas. Ocorre que os olhares rosa ocultam muitos outros problemas de gestão os quais são a marca do atual (des) governo municipal e da crise institucional que abala e corrompe a sociedade brasileira. Os buracos nas ruas são o esgarçar de um tecido roto. Peça aborda relação homossexual. O indivíduo homosseuxal, assim a Ciência já o demonstrou, é um indivíduo com alterações em sua genética. O cérebro do homossexual reage de acordo com o cérebro so sexo oposto àquele que é ostentado pela genitália. É portanto o homossexual uma alteração genética, um "tilt" da Natureza. Outro coisa é o homossexualismo, esse uma ideologia, a implantação de uma maneira de viver, intensamente propagada pela mídia que deseja, de todas as formas, ampliar os seus horizontes de dominação caótica. Daí toda essa movimentação na tentativa de instalar um mundo paralelo, chulo e podre, para embolar cada vez mais as coisas nesse mundo do Pós Conhecimento. De qualquer forma, tanto o mal estar e a inadequação dos homossexuais e dos apoiadores do homossexualismo deveriam passar pelo divá do psicanalista. O divã somente para relaxar, meninas! Estudantes de Medicina de Uniara são acusados de racismo. O crime em suas múltiplas facetas, o "racismo", a violência, a ignorância fazem parte do arcabaouço da sociedade humana, que se manifesta de formas variadas conforme a cultura em que se está inserido. Isso é atávico. Carl Jung trouxe essa questão à luz do Conhecimento, e nunca serão esses comportamentos extintos. Quanto a questão tão propalada do "racismo" tudo ocorre conforme os olhares que se lançam sobre a questão. Chamar o negro de "negão" e o caucasiano de "lemão batata" tem a mesma conotação. Ou não? O sentimento de "racismo" revela muitas vezes um processo de inferioridade que acompanha processos de deficiência cognitiva. Mas a questão do "racismo" irá servir de muleta para justificar muitas e muitas defikciências no contexto de um mundo mais complexo e competitivo. Reclamar não irá resolver muito. Começa a demolição da Cervejaria Antarctica para a construção de shopping. Para as classes "b" e "c". O Capital articula-se maravilhosamente. Tal como a Flórida, um lugar para as categorias "b" e "c", que podem viajar mas não invadem os EUA, ficando ali na periferia mesmo, as classes "b" e "c" ficarão na "baixada" deixando os demais espaços impolutos de sua presença. O Capital pega o dinheiro do peão, mas não se contamina com a sua presença. Os sensores do "racismo" deverão se manifestar.

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